sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Uma jornada bastante esperada

No dia 20, por volta das 15h30 às 16h50, eu começo o pontapé nesse caminho que eu jugo ser o mais complicado em termos acadêmicos. Pois foi quando fiz a minha matricula no curso pré-vestibular para uma faculdade pública, nessa empreitada está o tão temido ENEM (Exame Nacional do Ensino Médio) e o vestibular da UEA (Universidade do Estado do Amazonas).
Para ser sincero eu sei o que vai me esperar, eu não quero que seja divertido, eu vou encarar isso com total seriedade possível, na minha total franqueza, a minha carreira acadêmica começa com um pequeno passo, que resulta nessa minha matricula nesse curso popularmente chamado de preparatório. Bem eu não encaro esse nome como total verdade, pois a preparação vem do indivíduo que desdém do seu próprio esforço pessoal pelo desejo de cumprir seu objetivo.
Na minha posição atual, admito que eu poderia encarar essa preparação para esses vestibulares de uma maneira totalmente individual e solitária, mas como toda via, eu não sou o maior intelectual do mundo, eu aprecio as disciplinas de exatas, mas não tenho o carma o suficiente para levar isso sem a ajudar de um mestre professor, daí vem a minha reflexão de como um professor tem a sua importância, nem todos podem aprender tudo através da internet, na verdade podem, mas em casos mais específicos nada desdém um professor para suprir aquelas dúvidas que vagam pelas nossas cabeças durante horas sem fim.
Bem, eu não fiz esses vestibulares logo que terminei o ensino médio, porque eu me julgue preparado, não que eu não estivesse preparado com o conhecimento apto para realizar o exame, mas que não estava totalmente preparado para a escolha do curso que eu iria realizar na faculdade.
Na minha cabeça orbitava vários cursos de renome, outros por simples curiosidade e outros que eu sinceramente julgava “legais” e que eu gostava do assunto.
O mais louco dessas escolhas que eu tive, foi de cursar medicina (como se você olhasse para mim e visse um médico logo de cara), mas desde criança, devido ao meu pai que trabalhava já no ramo a muito tempo, eu me mentalizava trabalhar na área de construção civil, como engenheiro civil, área que eu já estaria com um nome a zelar por ser filho do meu pai que tem um nome bem prestigiado pelas construtoras Capital Rossi e Capital como um excelente funcionário de muitos anos, minha madrinha que é irmã do meu pai, que e uma das engenheiras bastantes conhecidas dentre algumas empresas e até mesmo essa já citadas. Apesar de me mentalizar nessa profissão, nesse curso que é meu principal objetivo para essa jornada bastante esperada (referência ao primeiro filme do Hobbit), eu tinha uns devaneios de ser biólogo, professor de física, cientista da computação (que eu quase me convenci que essa era realmente o que eu queria fazer) e o que mais me deixa mais louco que era a profissão de designer, a possibilidade de criar era bastante atrativa para mim e também o mundo de edição de vídeos, que até hoje me assombra, mas isso foi coisa como já relacionado, um breve período da minha vida.
A engenharia civil sendo a grande profissão tão prestigiada por alguns e tão difícil para outros, foi o que eu decidi fazer por conta dos os eventos decorridos na minha vida, mas isso é história já foi contada... mas os motivos que me fizeram chegar nessa decisão de cursar a engenharia civil foram os mais contundentes possíveis como uma boa remuneração, possibilidades de entrar no mercado, ser bastante prestigiado e também por levar bastante cálculos matemáticos e físicos, que foram os fatores bem determinantes, porque não sou muito bom com humanas e sou uma fraude em biológicas, mas na minha opinião (baseado cem por cento em porra nenhuma) acho que as exatas são relativamente mais fácies que as matérias especificas de humanas, como psicologia, filosofia e entre outras.
Bem como podemos ver, a minha decisão para engenharia civil, digamos, passou por muitas outras escolhas e opções, mas agora estou convicto e simplesmente apaixonado pela ideia de ser engenheiro civil, não foi uma decisão que tomei de uma hora para outra e isso que me encanta mais, ver que tive muitas outras opções que acarretaram nessa decisão final.

Se quiserem saber um pouco mais sobre a profissão de engenheira civil, recomendo fortemente o “Nerdcast Profissão: Engenheiro Civil”. Link logo em baixo.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Começo de uma jornada...

A ideia inicial, esse blog começa como registro para esse ano (2016), o ano que eu vou começar a estudar para o exame nacional do ensino médio, o tão temido ENEM, bem esse blog vai servir como registro, mas também como uma forma de exercitar a minha escrita. Por via aqui terá alguns protótipos de redação que eu farei.
   
O tão tenebroso ENEM, começa com o início do ano, um sonho de começar uma faculdade publica com renome como são as federeais, o objetivo é claro e logo depois a ralação, mais muito ralação, alguns conseguem de primeira cumprir esse objetivo com excelência, alguns por outro lado precisam de várias chances (infelizmente, mas vai do esforço pessoal). Eu por um lado já tenho todos os “pré-requisitos” o sonho da faculdade, o que eu vou querer cursar e a oportunidade para estudar, graças aos privilegio de minha criação eu tenho em mente, colocar o estudo em primeiro lugar, tive a oportunidade cedida pelo meu pai de começar a fazer aulas de direção, mas optei por recursar e seguir na linha de raciocínio de estudar para o ENEM.
O caminho será difícil, terei que abdicar de muitas coisas para que eu consiga alcançar esse meu objetivo, mas não será tão difícil, pois eu acredito que tudo o sacrifício pode ser recompensado e essa é ser a minha motivação.


(Logo contarei mais sobre os cursos que pensei em fazer, ideias que eu tive, os “oases de ideias” que teve durante todo o ensino médio... tudo que eu pude conceber e pensar até chegar aqui.)

Mudanças de ideias

Cara... eu sempre achei desde quando eu me conheço por gente que o ser humano é mutável, todos nós temos um pequeno universo em nós mesmo...